segunda-feira, 9 de abril de 2007

SEX ON THE BUS

É o último autocarro da noite. Mais ninguém a não ser eu e tu... Já te tinha visto antes, noutro qualquer dia, noutro percurso talvez. E tu lembras-te de mim. O stop pisca, é a minha paragem. Mas não me abres a porta. Olhas-me pelo espelho , os teus olhos comem-me de alto a baixo. É hoje! Faço o meu papel, chego-me à frente como quem vai perguntar o sucedido. "Porque párámos? Porque não abre a porta?". Como se não soubesse... Arrancas bruscamente ao mesmo tempo que me puxas pela cintura, me puxas as calças para baixo e enterras dois dedos na minha rata. Percebes que estou molhada e sorris, matreiro. Os teus dedos vão e vêm enquanto continuas a conduzir. Não trocamos uma palavra. Mas quero mais, quero que pares a merda do autocarro e me fodas à grande! Parámos! Deve ser um sítio onde deixam ficar carcaças de autocarros. Ninguém à vista, perfeito! Let the tun begin!!! Sento-me em cima de ti, apoiada no volante. Já tiraste as calças, óptimo! Vou-me roçando em ti enquanto me lambes as mamas. Agarras-mas com força, como se as quisesses comer todas de uma vez, as duas ao mesmo tampo. És bruto, forte, prendes-me os braços atrás das costas e olhas-me com autoridade. Toda! À vontade! Deitas-me no chão, e enquanto manténs os meus braços presos com uma mão, com a outra agarras-me a cintura e levanta-la. Lambes-me as pernas, as coxas, e finalmente chegas à minha rata. É bom meu deus, é tão bom. Para cima, para baixo, para o lado, para dentro, chh... Encosto a cabeça no chão e enrolo as pernas à volta do teu pescoço. Espera, não faças tudo assim! Também quero! E é como se ouvisses, porque entras em mim devagarinho, com um pau tão duro que até parece prestes a rebentar... já lá vamos Volto-me para cima de ti e agora quem manda sou eu. Vou subindo e descendo, primeiro lentamente, para me sentires toda e para te sentir todo, bem fundo. Depois saio, ficas só um pouco cá dentro. E depois novamente, até ficares completamente perdido, e é aí que te monto, rápida, forte, intensamente. É um ritmo louco. Tu estás louco. As tuas mãos percorrem o meu corpo, agarras as minhas mamas, o meu pescoço, puxas-me para ti. Então levantamo-nos, encostamos-nos ao vidro da frente e, bem de pé, espetas-mo como se não houvesse amanhã, ontem, nada, só este momento. Estou espalmada contra o vidro e é assim que me venho, a escorrer entre as pernas e a morder os lábios parta não gritar de prazer, mas a seguir o teu ritmo, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, os teus suspiros e gemidos fortes. Rapidamente, tão rápido que mal dou conta, viras-me contra o vidro, inclinas-me para a frente e cá estou eu, de cu espetado pronta a receber o teu caralho armado a teu belprazer. Prendes-me as mamas, os mamilos entre os dedos. Ui, como estão sensíveis e duros, empinados, e tu gostas, gostas pois. Lambes os dedos e apertas-me as mamas bem forte. Queres, não queres? Quero pois! E vens-te à bruta como sepre à bruta foi esta foda! É tão bom. Húmido, dentro de mim, a escorrer-me pela perna quente, quentinho. Agora vou apertando o teu caralho cá dentro, aproveitá-lo ao máximo, e é como se te faltasse a respiração. Uma e outra vez, até que te liberto. Volto-me para trás, o teu rosto suado, alterado, como fica depois de um prazer tão grande. E sorrio, vitoriosa. Tu também. Visto-me, enquanto olhas para mim. "Já acabou?" pensarás tu... Talvez te encontre mais vezes, talvez não... Mas agora quero ir para casa, e é quando me dizes "Em que paragem fica a menina?"

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